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Champagne Rosé

19 de Dezembro de 2019

Muita gente tem dúvidas de como se elabora o Champagne Rosé, imaginando que há algo sofisticado neste tipo de processo. No entanto, o método é simples, chega a ser amador se pensarmos na elaboração de vinhos rosés mundo afora. É exatamente misturarmos vinhos brancos e tintos em proporções adequadas até encontrarmos a tonalidade ideal para o rosé. É bom enfatizar que este método é proibido na elaboração de rosés pelo mundo, pelo menos nos vinhos sérios e sujeitos às diversas denominações de origem, de acordo com cada país, mas para o champagne e espumantes é  válido.

img_7029Champagne Cristal, o Rosé mais bem pontuado no mundo!

um Rosé gastronômico para as grandes mesas

Voltando ao champagne, tudo é feito no chamado vinho-base onde ocorre o que conhecemos por assemblage das uvas, safras, e as diversas parcelas cultivadas e separadas para montar a cuvée. Misturando proporções adequadas de vinho tinto e branco locais, chegamos ao método Rosé d´Assemblage. É um expediente extremamente difundido na região com praticamente todos os champagnes rosés elaborados por este método. Mais à frente, falaremos de um outro método mais sofisticado, elaborado por muito poucos produtores e Maisons.

A primeira Maison que criou o champagne rosé fez 200 anos em 2018, completando dois séculos de existência, foi a poderosa e famosa Maison Veuve Clicquot. Mais uma invenção brilhante de uma das grandes Damas desta apelação, a viúva Clicquot Ponsardin. Ela simplesmente juntou cerca de 15% de vinho tinto de Bouzy, uma das vilas mais famosas de Reims para o cultivo de Pinot Noir, na cuvée com vinhos brancos. É bem verdade que houve uma tentativa poucos anos antes da própria Maison, macerando um pouco de uva tinta para tingir o mosto, mas os resultados não foram satisfatórios. A cor não ficou adequada e surgiu um nível de amargor desagradável. Chamou-se na época oeil-de-perdrix, uma alusão à cor dos olhos da ave.

champagne tipos 2018

números entre europa e terceiro mundo

Pelos números acima, na média, 80% do champagne em volume é o non millésime, carro-chefe de cada Maison. Já em valores, a média fica em torno de 70%. Vejam as cuvées de prestigio que representam apenas menos de 5% na média em volume, ao passo que em valores, representam em torno de 16%.

Atualmente, a produção de champagnes rosés gira em torno de 10%, atendendo percentualmente determinados mercados. Podemos dizer, que os países do Novo Mundo têm uma predileção um pouco mais destacada pelo produto.

O outro método de elaboração muito menos difundido e de maiores cuidados é o Rosé de Saignée ou rosé de maceração. Aqui sim, maceramos as uvas tintas, geralmente Pinot Noir, por algumas horas até tingir adequadamente o mosto, prestando atenção na extração de taninos. Isso faz parte do vinho-base e do assemblage para compor a cuvée que será posteriormente espumatizada. 

Rosé Phillipponat  importado pela Clarets

Dois Rosés acima trazidos pela importadora Clarets da mesma Maison Phillipponat. O Royale Reserva da esquerda é um rosé de maceração com alta porcentagem de Pinot Noir. Já a cuvée 1522 é um extra-brut de assemblage com leve predominância da Pinot Noir no corte. http://www.clarets.com.br 

Em linhas gerais, não há diferença de qualidade no champagne rosé em relação aos métodos utilizados. É mais uma questão de gosto e conceito. Nos Rosés de Saignée temos geralmente uma cor mais intensa, uma vinosidade maior, e uma intensidade de sabor mais acentuada. Já nos Rosés d´Assemblage, os aromas são mais tênues, assim como a cor. 

Como o Rosé de Saignée  é quase uma exceção, vamos a algumas Maisons que utilizam este método: Laurent-Perrier (pioneira neste método), Roederer (Cristal), Drappier, Philipponnat, Larmandier-Bernier, Duval-Fleury, entre outras. Alguns desses produtores usam um método misto onde há adição de vinho branco, normalmente Chardonnay como por exemplo, Maison Louis Roederer.

img_7013outro Rosé de destaque

um Rosé mais delicado para entradas e pratos refinados

Rosé d´Assemblage

Método altamente difundido na região, consite em juntar vinho branco com vinho tinto, Pinot Noir, na proporção de 5 a 20%, a critério do produtor. Esses tintos são os chamados Coteaux Champenois ou Rosé des Riceys da sub-região de Aube, ao sul de Champagne.

Rosé de Saignée

Neste método o vinho tinto é elaborado com uma maceração das cascas no mosto entre 8 e 12 horas (em alguns casos pode ser mais), obtendo mais cor e mais vinosidade na cuvée. Temos somente uvas tintas, 100% Pinot Noir, salvo raríssimas exceções onde há  adição de Chardonnay na cuvée, caso do champagne Cristal.

Gastronomia e Champagne Rosé

Como aperitivo, os rosés com forte proporção de Chardonnay no corte, fornecendo frescor ao conjunto, vão muito bem como jamon, presunto cru, sejam espanhóis ou italianos. San Daniele do Veneto, tem a delicadeza perfeita. Entradas com azeitonas e tomates também acompanham muito bem. 

Os rosés delicados e não muito secos vão bem com comidas indianas ou chinesas com pratos agridoces e ricos em especiarias suaves.

Os rosés não muito secos, macios, e bem estruturados com alta proporção de Pinot Noir, convivem bem com pratos à base de caviar, ovas em geral e também os ouriços.

Rosé com sushi da Casa do Porco

Os rosés mais ligeiros e leves vão bem com comida Tailandesa onde peixes e frutos do mar são mais apimentados com participação de gengibre e frutas cítricas como o limão. Os sashimis também vão muito bem, sobretudo com atum.

Os rosés mais encorpados e gastronômicos pedem pratos com carnes sanguíneas como pato, pombo, e lombo de cordeiro mal passado. Acompanhamento como legumes, cuscuz marroquino, favas e lentilhas são bem-vindos. 

Os rosés complexos e maduros pedem receitas de crustáceos ou carnes brancas com molhos refinados, especiarias delicadas, nada muito forte para não arranhar a sutileza destes vinhos.

Outros rosés famosos são do pequeno produtor Cedric Bouchard trazido pela importadora Juss Millesimes, altamente pontuado, os rosés da  Maison Billecart-Salmon e da Maison Deutz. Agora é só escolher o seu. Boas Festas!

Sancerre, Sílex, Sauvignon …

23 de Janeiro de 2019

No centro do Loire, as apelações Sancerre e Pouilly-Fumé se destacam num clima mais continental com a uva Sauvignon Blanc. Os dois vinhos são muito frescos e minerais, mas Pouilly-Fumé costuma ser mais incisivo sobretudo por boa parte da área possuir solos de Sílex e do tipo Kimmeridgiano, o mesmo solo de Chablis.

Em recente degustação na importadora Clarets (www.clarets.com.br), pudemos constatar que essas diferenças entre as duas apelações podem ser bem mais sutis. Quatro vinhos do Domaine Vacheron foram degustados. Um produtor biodinâmico e detalhista que é um dos destaques da região. São vinhas antigas na sua maioria, tratada com baixíssimos rendimentos. São 34 hectares de Sauvignon Blanc e 11 hectares de Pinot Noir.

vacheron-silexSílex (solo pedregoso)

O branco de entrada degustado já mostra a que veio. As vinhas tem idades entre 30 e 60 anos em solos calcários e de sílex (pedras de argila calcinadas). A vinificação ocorre    com leveduras naturais e sem contato com madeira. O vinho é de grande pureza com toques cítricos de grapefruit e minerais. Em boca, uma bela acidez cortante, bom meio de boca, e final refrescante e limpo. Concorre facilmente com bons Chablis e por consequência acompanham muito bem ostras frescas. Por menos de 200 reais, é uma pedida irrecusável.

vacheron taças zalto

Taças Zalto numa bela recepção

Neste segundo branco do vinhedo Les Romains, é um solo totalmente de sílex (flint) com parreiras de idade superiores a 60 anos. A vinificação ocorre em tanques, mas o amadurecimento em barricas de carvalho inertes (antigas). O resultado é um vinho de aromas defumados, minerais e também cítricos, sem interferência nociva da madeira. Em boca, é mais encorpado que o anterior, com mais textura. A acidez permanece alta e vibrante. O vinho tem ótima persistência com toques finos de casca de laranja. Um belo upgrade!

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O último branco, uma exclusividade do Domaine, é um vinhedo de apenas 0,4 hectare, produzindo só duas barricas por safra. É relativamente jovem, plantado em pé-franco. O solo é totalmente de sílex localizado em uma pequena porção não classificada pela apelação Sancerre. Portanto, trata-se de um “Vin de France”.

Com o mesmo tratamento do vinho anterior (Les Romains), é amadurecido em barricas de carvalho inerte (barricas de cinco anos). É um branco de corpo, textura mais espessa, sem perder o frescor. Foi decantado previamente, pois seus aromas demoram a abrir na taça. Tem o lado cítrico, mineral, e um intrigante defumado. Persistência notável e uma certa adstringência final. Um branco extremamente gastronômico e bom parceiro para pratos bem elaborados com Haddock ou bacalhau.

vacheron par sancerre

o par de entrada do Domaine

Para fechar o painel, um tinto Sancerre, par do nosso primeiro branco. Conforme a apelação, é 100% Pinot Noir. As vinhas tem entre 30 e 50 anos. O vinho amadurece em carvalho inerte (barricas e tonéis). Muito agradável em boca com bela acidez, taninos na medida certa, sem extração excessiva. Os aromas são elegantes com toques terrosos, florais e de cerejas escuras. Bom parceiro para pratos leves de verão como rosbife e embutidos finos. Por menos de 200 reais, um Pinot Noir autêntico e sem subterfúgios. 

Agradecimentos a todo o pessoal da Clarets, especialmente a Guilherme Lemes e Keren Marchioro. Pouco a pouco, eles vão formando um portfólio invejável com vinhos criteriosamente selecionados e a preços bem competitivos. Vinho Sem Segredo se sente horando em acompanhar de perto este sucesso. Abraço a todos!

Harmonização acima de 30 graus!

5 de Janeiro de 2019

Para aqueles que não abrem mão do vinho, num verão implacável fica difícil ser fiel ao vício. Pensando numa alimentação leve e muita hidratação, o direcionamento vai para vinhos leves, refrescantes, gelados, e pouco alcoólicos (lembrar que o álcool desidrata). Nesta situação, taninos estão descartados já que não combinam com temperaturas baixas de serviço. Portanto, os tintos com raras exceções não são boas opções.

Um vinho que é a cara do verão e que preenche os requisitos acima, sem machucar seu bolso, é o vinho verde. Sobretudo aqueles mais tradicionais, com gás residual e álcool por volta dos 10 graus. São ideais para mar, piscina, e comidinhas bem leves.

casquinha-de-siri ruffinos

casquinha de siri

(a cremosidade, a maresia, o toque adocicado da carne de siri, vai muito bem com os Alvarinhos, vinho verde de mais corpo e estrutura. Ele tem acidez, textura, e uma precisa riqueza de fruta para este prato)

Outro tipo de vinho adequado e que o Brasil faz muito bem são os espumantes. Prefira os mais simples, mais frutados, e bastante refrescantes. A Serra gaúcha produz várias marcas confiáveis. Não esqueça de conferir na etiqueta o termo Brut, garantia de espumante seco. Cavas e bons Proseccos também valem. No caso de Proseccos, confira na etiqueta a menção “Conegliano-Valdobbiadene”, região mais categorizada para este tipo de vinho. Se você não abre mão de champagnes, o termo Blanc de Blancs (elaborado só com Chardonnay) garante a leveza necessária.

Rosés também estão liberados. Neste tipo de vinho, não perca tempo, vá para os provençais. Pode até ser um pouco mais caro, mas a Provence tem a leveza que poucas regiões no mundo conseguem fornecer. Alguns rosés do Loire ou do sudoeste francês podem ser confiáveis, além dos espanhóis de Navarra, região vizinha à Rioja. Esses vinhos são verdadeiros coringas à mesa, combinando com vários pratos de verão ao mesmo tempo. Vai bem com todo tipo de saladas, carpaccios, crostini, pizzas, frios, etc…

linguado a meuniere

linguado à meunière

(a delicadeza do peixe, a manteiga, o limão e as alcaparras na preparação, pedem vinhos delicados e com grande frescor. Dentre as opções, espumantes nacionais frutados com bela acidez e mousse delicada, levantam os sabores do prato)

Se você é fã de Riesling, esta é uma ótima pedida. Além de um vinho refrescante, normalmente eles apresentam elegância e equilíbrio. Em São Paulo, a importadora Vindame tem uma extensa gama de vinhos alemães. Certamente, você encontrará um bom Riesling que cabe no seu bolso. Pratos defumados vão muito bem esse tipo de vinho.

Sauvignon Blanc e Chardonnay são as uvas para quem não quer complicações e com muitas ofertas no mercado. Nosso vizinho Chile, tem ótimas opções sempre com o cuidado de verificar no rótulo os vales frios que garantem um bom frescor nos vinhos. Os principais vales são: Casablanca, Leyda, San Antônio, e Limari. Ceviche com Sauvignon Blanc e Bacalhau com Chardonnay são opostas certeiras.

legumes a provençal

legumes a provençal (tian)

(tomates, abobrinha, berinjela, azeitonas, ervas, azeite, são a cara da Provence. Um belo rosé da região faz o par perfeito. Serve também como acompanhamento de um peixe, por exemplo. O rosé continua valendo)

Para pratos de carne vermelha em noites mais refrescantes, os tintos podem ser lembrados com muito cuidado e parcimônia. Prefira tintos com baixo teor de taninos. Pinot Noir é sempre a primeira opção. Para aqueles que buscam certa complexidade, os Riojas Reserva e Gran Reserva com algum envelhecimento, apresentam taninos bastante polimerizados e podem ser servidos mais refrescados. Outro tipo de tinto com mais corpo, mas de taninos dóceis, são os da Puglia com a uva Primitivo. Eles podem e devem ser mais refrescados, pois seu teor alcoólico é geralmente alto.

Para aqueles que gostam de brancos aromáticos, sem serem doces, as opções são as uvas Torrontés e Viognier com algumas ofertas no mercado. São vinhos que mantêm frescor e podem acompanhar bem pratos asiáticos, sobretudo chineses e indianos.

A comida japonesa já incorporada no cardápio paulistano é sempre bem-vinda. Além do saquê, seu acompanhamento natural, os espumantes, Sauvignon Blanc, e Riesling, são combinações bastante adequadas e refrescantes.

Outras uvas exóticas, menos conhecidas do grande público, podem ser testadas como vinhos de verão. As ofertas não são tantas no mercado, mas podem ser encontradas sem grandes complicações em importadoras específicas. Algumas delas: Furmint (Hungria), Gruner Veltliner (Áustria), Encruzado (Dão – Portugal), Chenin Blanc (Loire – França), Assyrtiko (Grécia), Savagnin (Jura – França), Verdejo (Espanha). Todas elas têm em comum ótima acidez e mineralidade para escoltar pratos de verão.

Para os charuteiros de plantão, nesta época de calor, esqueçam um pouco os destilados como Whisky e Cognac, parceiros clássicos. Vamos de algo mais refrescante como nossas caipirinhas, mojitos, Portônica, gim tônica, e até um bom Negroni.

Brindes refrescantes e boas férias!

 

Champagnes para 2018

7 de Dezembro de 2018

Nesta época do ano precisamos falar algumas palavras sobre Champagnes, o vinho das Festas e Comemorações. Disparadamente, o melhor espumante do planeta, Champagne também tem uma das maiores produções e estoques mundiais. Estamos falando em mais de 300 milhões de garrafas por ano e estoques em torno de 1,5 bilhão de garrafas. Metade deste negócio é exportado todos os anos. A outra metade faz a festa dos franceses.

Sempre é bom lembrar os desavisados sobre a nomenclatura confusa dos espumantes quando o assunto é açúcar residual, ou seja, o grau de doçura dos espumantes. Segue abaixo a nomenclatura em Champagne, geralmente copiada para outras regiões de espumantes mundo afora. Esses termos, não as dosagens, vêm escritos nos rótulos.

  • 0 a 3 gramas por litro = Pas Dosé, Dosage Zéro, ou Brut Nature
  • 0 a 6 gramas por litro = Extra-Brut
  • 0 a 12 gramas por litro = Brut
  • 12 a 17 gramas por litro = Extra Dry ou Extra Sec
  • 17 a 32 gramas por litro = Sec ou Dry
  • 32 a 50 gramas por litro = Demi-Sec
  • mais de 50 gramas por litro = Doux

Nas três primeiras categorias, o champagne é seco. Cuidado com os Extra-Brut e Pas Dosé. Apesar de estarem na moda, são extremamente secos. Não é todo mundo que gosta. Alguns chegam a ter uma certa adstringência em boca.

Os Extra-Dry  e Sec têm doçuras perceptíveis e podem combinar muito bem com pratos agridoces ou com algumas sobremesas delicadas com muito pouco açúcar. O famoso bolo de casamento, se inclui nestas categorias. Já o termo Doux está quase em desuso, além de ser extremamente doce.

Feitas as devidas considerações, vamos a algumas sugestões levando em conta originalidade, tipos e estilos diferentes, e lógico, a qualidade em si dos champagnes. Não são bebidas baratas, mas para quem está disposto a adquiri-las, são preços comparativamente interessantes. Encontrados no mercado brasileiro.

champagne deutz brutChampagne Deutz Brut Classic

Se você procura por um champagne de bom preço sem abrir mão da qualidade, esta é uma boa pedida. Embora seja importada pela Casa Flora, a Maison Deutz pode ser encontrada em várias lojas de bebidas finas por preços até abaixo de 300 reais, evidentemente esta cuvée básica sugerida. Casa de origem alemã, tem uma precisão incrível na elaboração de champagnes. Nesta cuvée, mescla com harmonia as três uvas (Chardonnay, Pinot Noir, e Pinot Meunier). Champagne elegante, bem balanceado em açúcar, ou seja, é agradavelmente seco. Desde os brindes até à mesa, tem competência para fazer a festa dos convivas.

champagne pierre peters

Champagne Pierre Péters Cuvée Extra Brut

Se você procura um champagne diferente, artesanal, a Maison Pierre Péters pode ser a solução. Sua produção não chega a 200 mil garrafas por ano com menos de 20 hectares na região da Côte des Blancs. Portanto, estamos falando exclusivamente de Chardonnay de vinhas antigas. Esta cuvée é composta só de vinhedos Grand Cru nos melhores anos. Sua dosagem de 2g/l de açúcar residual aguça sua mineralidade, revelando notável elegância. Champagne delicado para conhecedores. Importado pela Vinci com estoques reduzidos. http://www.vinci.com.br

champagne pierre gimonnet special club

Champagne Pierre Gimonnet Special Club 2005

Outro champagne artesanal e outro Blanc de Blancs. As vinhas são antigas e provenientes de vinhedos Grand Cru. 57% Cramant Grand Cru, 30% Chouilly Grand Cru e 13% Cuits Premier Cru. Algumas dessas vinhas foram plantadas em 1911. O vinho passa pelo menos cinco anos sur lies, antes do dégorgement. A dosagem final é de 6g/l de açúcar residual. Foram elaboradas apenas 25 mil garrafas desta cuvée. Além de ser um champagne safrado, é possível perceber o poder de envelhecimento destes champagnes especiais com mais de dez anos de evolução. Importadora Premium. http://www.premiumwines.com

champagne louis roederer rose

Champagne Louis Roederer Rosé Brut 2010

Para quem não abre mão dos rosés, eis um rosé confiável da excelente Maison Louis Roederer, famosa por sua cuvée de luxo, Cristal. Esta é a safra disponível no mercado, mas pode ser outras, pois sua consistência é notável. Este é um Rosé que trabalha com dois terços de Pinot noir e um terço Chardonnay. Um terço do vinho-base é vinificado em madeira inerte e não há fermentação malolática, preservando máximo frescor. A vinho passa quatro anos sur lies, antes do dégorgement e sua dosagem final é de 9 g/l de açúcar residual. A obtenção deste rosé é feita de uma maneira especial chamada “infusão”, ou seja, o Chardonnay é vinificado com uma maceração de Pinot Noir com as cascas para uma perfeita integração de cor e sabores. Não há uma importação exclusiva. Portanto, é encontrado nas boas casas de bebidas finas.

champagne drappier charles de gaulle

Champagne Drappier Charles de Gaulle

Para quem quer experimentar uma cuvée de luxo sem pagar uma fortuna, este é um champagne clássico, gastronômico, com alta porcentagem de Pinot Noir (80%) e Chardonnay (20%). O vinho passa pelo menos três anos sur lies antes do dégorgement e tem açúcar residual baixo de 7,5 g/l. Não é um champagne para bebericar e sim para ir à mesa, acompanhando aves assadas com molho de champignons, por exemplo. Importadora Zahil. http://www.zahil.com.br 

Com essas sugestões, não deve faltar champagne nas festa de final de ano para todos os gostos e bolsos. No mais, é aproveitar esses momentos de alegria e comemorações onde essas borbulhas mágicas nos fazem sonhar com dias melhores.